
Tantas vezes o medo de me perder é presente. Jogar-me no desconhecido que é tão meu quanto meus pensamentos. Sinto a falta do que eu tenho , não conheço , e nunca tive. Sinto a dor dessa angustia frustrante e completa por eu mesma me deixar ser incompleta. A ironia privada me devasta.Me pego curiosa como nunca,quando se trata de mim, mantendo sempre um pé no entendimento sóbrio e controlador. E assim me tornando banal , ou pior ,me confundindo no comum dos dias. Almejo em simplicidade absoluta a loucura do ser ainda não descoberta.
Sei que ao me entregar,aceitarei a morte junto. Largando o controle que me faz viva. na transcendência do hermético popular á loucura individual do meu próprio desconhecido libertarei minhas mãos e a mente que tanto me fizeram ser a perda do tempo. Vivendo assim , sozinha em minhas fantasias reais.
E com medo dessa liberdade ainda inalcançável para meu eu ainda ultrapassado , escrevo em busca da salvação covarde.
bonito.
ResponderExcluirgostei (: