
Ao abrir os olhos, lá estava ela de frente para o batalhão, na linha de frente para a morte. Seus olhos vagam no vazio, de todas as sensações, essa era a que ela mais amava. Não estava feliz, não estava triste, estava no êxtase do ser puro, sem sentimentos que a mudassem. Olhava para os canos longos e silenciosos a sua frente, de nada mais lhe serviam. Olhando para cima, pergunta-se se a lua reapareceu para assistir sua subida.
Ali com o vento frio na pele ardente, era considerada rebelde, porém olhava para si com a aleatoriedade que uma criança vê os carros passarem, não os enxergava bem, mas sabia que estavam ali.
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