
Jogada no chão, se consola. As pedras frias não lê ferem , o ar gélido não a corta mais.desejar a morte é o exagero , porém o desejo.sua mãos ainda seguram o papel que lê matou por dentro.com a cabeça no colo de sua avó , procura esquecer de quem é , de quem foi , apagando o passado , na esperança de assim , um futuro nunca existir.Porém mais do que querer o fim do seu próprio ser , ela quer o fim das memórias, pois elas são eternas , assim como seu amor irá de ser.
Uma vez a felicidade bateu em sua porta. E ela a aceitou, sem receios, sem medos, apenas com esperança. Seu mundo foi outro, foi azul, foi rosa, foi tudo diante de seus olhos. Foi sentir a força do amor, a segurança fantasiosa, mas acima de tudo, o prazer, de descobrir a sua função, a de amar. E nisso, ela foi feliz.
Porém a vida não havia lhe preparada para a perda. Para o fim. Ninguém havia lhe dito que junto com o amor, viria a tristeza. Aprendeu a amar, mas não a sofrer. A dor tomou-lhe o corpo , como uma emulsão humana , a dor flui pela sua pele , fazendo todos ao redor sentirmos.Sua dor que procura o divino , que assim como o amor lhe trouxe , ela haveria de sentir novamente , só o atingindo pela morte.Mas está morte já aconteceu. Sentiu o tempo lhe matar nos segundos, como um verme que ia lhe comendo por dentro, cada palavra da carta que lia , sentia cada vez menos viva. A verdade nua a feriu, deixando a morta, a morte que lhe tirou as forças de suas pernas, o brilho dos olhos, a vida do seu ser.
AH , sem comentários né .. vc e seus textos maravilhosos ! Que mané Machado de Assis naaaaada .. hahaha prefiro tu , pretito! hahaha beijoones , amu tuh =)
ResponderExcluir