E a insistência até então chamada de esperança a prendeu no fracasso perpétuo. Lembranças do passado a confortavam na ilusão do futuro voltar em um flash no presente, e lhe mostrar que a dor então diária teria valido a pena.
Os dias se passam ,sentada na varanda, depois de mais uma das mil e uma noites de dores contra um amor inconsistente só lhe resta pensar. Não só inconsistente, mas incapaz, não viveria em vão , não viveria no ermo, quero o calor intenso do mais leve olhar , o frio que me congela com a mínima possibilidade da perda.
Sentada então continuou , já não acreditava na esperança , mas em seu lugar a força ainda não chegará;
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